A adoção de plataformas low-code está mudando a forma como o setor financeiro responde à pressão por inovação com segurança e eficiência. Essa abordagem permite criar aplicações complexas com menos código, maior velocidade e colaboração ampliada entre áreas técnicas e de negócio.
Segundo a Mordor Intelligence (2024), o mercado de plataformas low-code deve movimentar US$ 16,17 bilhões este ano, com projeção de atingir US$ 62,15 bilhões até 2029. O crescimento anual composto (CAGR) de 30,9% sinaliza o avanço rápido e contínuo dessa tecnologia.
Por que o low-code acelera entregas sem comprometer a segurança?
Ao contrário do que se imagina, velocidade não é sinônimo de simplicidade. O low-code combina agilidade com rigor técnico, incluindo automação de testes, validação de escalabilidade e conformidade com normas regulatórias do setor financeiro. Isso permite acelerar entregas complexas sem abrir mão de segurança e governança.
Como o low-code ajuda a superar o déficit de profissionais de TI?
Estima-se que o Brasil terá um déficit de 530 mil profissionais de TI até 2025, segundo o Google for Startups. O low-code reduz essa lacuna ao permitir que soluções sejam criadas com menos complexidade técnica, padronização de desenvolvimento e menor dependência de especialistas em linguagens específicas. Isso amplia a capacidade de entrega das equipes e acelera a inovação.
De que forma o low-code protege contra vulnerabilidades?
Ambientes financeiros demandam resiliência contra falhas e ataques cibernéticos. O low-code incorpora padrões de segurança desde a criação da aplicação. Regras para mitigar fragilidades são replicadas automaticamente no ambiente, reduzindo o risco de erro humano e tornando o sistema mais seguro por padrão.
Quais são os principais casos de uso do low-code no setor financeiro?
A versatilidade é uma das principais forças do low-code. Essa tecnologia pode ser aplicada em apps móveis, automação de processos internos, integração entre sistemas legados e até no core bancário. Portais de clientes, captura e tratamento de documentos, além da comunicação de sinistros são alguns exemplos de aplicações já em operação.
Como o low-code impulsiona a inclusão e a transformação digital?
O avanço do low-code está diretamente ligado à digitalização dos serviços financeiros. Soluções como o Pix mostram como a tecnologia amplia o acesso a produtos bancários, favorecendo a inclusão financeira. Ao permitir que bancos e fintechs inovem com mais rapidez e controle, o low-code fortalece a competitividade e amplia o alcance dos serviços para diferentes perfis de público.
FAQ sobre low-code no setor financeiro
O low-code compromete a segurança das aplicações? Não. As plataformas seguem padrões rígidos de segurança e incorporam práticas de desenvolvimento seguro desde a concepção da aplicação.
Low-code serve apenas para tarefas simples? Não. A tecnologia já é usada em aplicações críticas, inclusive no core financeiro, graças à sua capacidade de escalar com governança.
Low-code substitui os desenvolvedores? Não. Ele amplia a capacidade das equipes ao reduzir tarefas repetitivas, liberando os desenvolvedores para focar em decisões estratégicas.




